Tecendo Labirintos

SINOPSE: Por trás dos recantos turísticos do Brasil, como Canoa Quebrada, no Ceará, muitas tradições e histórias estão se perdendo. A cidade resguarda nas sutilezas dos encontros e nas guaritas abertas a memória de um tempo em que as famílias pareciam ser uma só. Este filme é um humilde tributo ao lugar e à pessoas que ali  habitam.

 

Participou do CurtaCanoa – Dezembro de 2017 e Menção Honrosa no Prêmio Especial do Júri.

Diretora: Raquel Gandra

Realizado em outubro de 2017.

MOSTRA HOMENAGEM

Praça Paris, de Lucia Murat

Exibição no dia 22/09, às 20h. Sinopse: Um thriller que mostra o conflito entre uma psicanalista portuguesa, Camila, que veio ao Brasil para desenvolver uma pesquisa sobre violência, e sua paciente, Glória, num Centro de Terapia de uma universidade brasileira (UERJ). Glória é ascensorista na universidade e tem uma história de violência muito difícil: estuprada pelo pai, tem apenas um irmão, que sempre a protegeu, mas que era chefe do tráfico.

Olhar Estrangeiro, de Lucia Murat

OLHAR ESTRANGEIRO Exibição no dia 21 de setembro, sexta-feira, às 20h No Espaço Itaú de Cinema SINOPSE: Baseado no livro de Tunico Amâncio, O Brasil dos Gringos, o documentário mostra a visão de diretores, roteiristas e atores internacionais sobre o Brasil, procurando desvendar os clichês que o cinema internacional perpetua a respeito do país.

As Memórias que me Contam, de Lucia Murat

AS MEMÓRIAS QUE ME CONTAM, de Lucia Murat Exibição no dia 23 de setembro, domingo, 16h. No Espaço Itaú de Cinema - Glauber Rocha. SINOPSE: O filme fala sobre Um drama irônico sobre utopias derrotadas, terrorismo, comportamento sexual e a construção de um mito. Um grupo de amigos, que resistiram à ditadura militar, e seus filhos vão enfrentar o conflito entre o cotidiano de hoje e o passado quando um deles está morrendo.

Que Bom Te Ver Viva, de Lucia Murat

QUE BOM TE VER VIVA, DE LUCIA MURAT Exibição no dia 19, quarta-feira, às 20h No Espaço Itaú de Cinema - Glauber Rocha SINOPSE: Murat, que foi torturada no período da ditadura militar, narra a vida de algumas mulheres brasileiras que pegaram em armas contra o regime militar. Há uma série de depoimentos de guerrilheiras e cenas do cotidiano dessas mulheres que recuperaram, cada uma à sua própria maneira, os vários sentidos de viver.

MOSTRA CONTEMPORÂNEA

Lançamento Nacional de “Meu Corpo É Mais”, de Susanna Lira

MEU CORPO É MAIS é um documentário que trata das relações de mulheres com seus corpos gordos e do preconceito vivenciado por estes corpos “fora do padrão” de beleza socialmente estabelecidos. Através de depoimentos, relatos, intervenções e performances; o filme busca as raízes, as causas e efeitos da gordofobia no mundo contemporâneo. O objetivo é mostrar que beleza e saúde podem ter conceitos mais abrangentes, subjetivos e acolhedores.

Anjos de Ipanema, de Conceição Sena

De Conceição Sena. Exibição no dia 22 de setembro, sábado, às 20h SINOPSE: Documentário sobre o movimento hippie no Brasil, a partir de seu epicentro em um trecho da praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, conhecido como Pier, no verão de 1971/1972. A autora, que participou do movimento, reúne para conversas informativas e provocativas seus amigos dessa época, ou sua “tribo”, 47 anos depois. É uma memória viva do acontecimento mais importante

Meu Corpo É Político

MEU CORPO É POLÍTICO, de Alice Riff Exibição no dia 23 de setembro, às 20h, no Espaço Itaú de Cinema SINOPSE: O cotidiano de quatro militantes LGBT que vivem na periferia de São Paulo. A partir da intimidade e do contexto social dos personagens, o documentário levanta questões contemporâneas sobre a população trans e suas disputas políticas.
[video width="640" height="390" src="http://www.elafazcinema.com.br/wp-content/uploads/2018/09/trailer_meu-corpo-e-politico-30-de-novembro-nos-cinemas-trailer.mp4" /]

Keyla (de Viviana Gomez) – Colômbia

Keyla mora com seu pai Breggie na ilha de Providence, no mar colombiano do Caribe. Em seu aniversário de 18 anos, ela está esperando por ele para comemorar, mas ele nunca chega. Breggie saiu para o mar, mas não retornou. Esta é uma história sobre uma família quebrada, que se reúne quando um de seus membros desaparece. É contada através de Keyla, que em sua dor, ela encontra uma nova família.

Homenageada

A homenageada da primeira edição do Ela Faz Cinema é a realizadora audiovisual Lúcia Murat, uma das cineastas brasileiras mais premiadas nos últimos anos. Depois de trabalhar, como jornalista, em importantes jornais e emissoras de televisão do país, começou a se destacar, a partir dos anos 80, com produções independentes na área audiovisual. Seus filmes receberam inúmeros prêmios, com presença marcante nos principais festivais internacionais, como o Festival de Berlim, Toronto Film Festival e Sundance Film Festival, entre outros.